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A Escola de verão

foi projetada para conectar pessoas pesquisadoras que já atuem ou queiram atuar na construção de pesquisas focadas na comunidade LGBTQIAPN + e sua relação com a tecnologia.

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Será um programa intensivo com duração de 1 semana, realizado entre os dias 20 e 27 de Março de 2026 e contará com:

 

Atividades síncronas, teóricas e práticas;

Convidades de diversas áreas do conhecimento que atuam na interseção entre gênero, sexualidade e tecnologia;

Bolsas de Estudos para todas as pessoas participantes;

Disponibilização de material físico e digital para acompanhamento do programa;

COMO VAI FUNCIONAR?

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Ao longo de uma semana de aulas teóricas, atividades práticas e workshops, as pessoas participantes serão convidadas a uma imersão em tópicos atuais em tecnologia e o digital, desde uma perspectiva focada na Comunidade LGBTQIAPN+ abordando os principais desafios, questões e possibilidades ao se pesquisar com perspectiva de gênero e sexualidade na tecnologia. 

 

Durante toda a semana, participantes serão convidades a compartilhar suas perspectivas e trabalhos, tornando dinâmica as trocas de experiências entre todas as pessoas presentes.

Queremos construir conexões positivas, para coletivamente pensarmos a produção  de conhecimento LGBTQIAPN+ nas tecnologias!

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conheça nossas convidadas

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nina da hora

Cientista da computação e hacker antirracista, Nina da Hora subverte a frieza dos algoritmos com a urgência da justiça epistêmica. Mestranda no Recod.ai da Unicamp e pelo DPCT e bacharel pela PUC-Rio, ela transita entre a complexidade do transporte ótimo e a crítica ferrenha ao colonialismo digital, investigando como o reconhecimento facial pode se tornar uma ferramenta de apagamento. Como fundadora do Instituto da Hora e conselheira da Presidência da República, Nina não apenas estuda a técnica, mas molda a governança da IA no Brasil, defendendo que a tecnologia deve ser um território de soberania, ética e, acima de tudo, humanidade.

Para além das linhas de código, ela reivindica o direito à abstração e ao erro, desafiando a lógica de que corpos negros devem servir apenas à execução. Colunista da MIT Technology Review e voz ativa na interseção entre visão computacional e direitos digitais, Nina utiliza sua trajetória para hackear o sistema de dentro para fora. Seja em fóruns internacionais ou em salas de aula, sua missão é clara: garantir que o futuro da tecnologia não seja um espelho do passado colonial, mas um espaço onde múltiplas formas de saber possam, finalmente, coexistir e florescer.

andreone medrado

Andreone T. Medrado é bióloga (UNIFIEO), psicóloga (USP), mestre em Fisiologia Humana (IB-USP) e doutora em Psicologia (IP-USP). Sua pesquisa investiga as relações entre nojo, desejo, gênero e sexualidade, com foco nas dinâmicas de poder e nos marcadores sociais da diferença. Articula Psicologia Crítica, teorias anticoloniais e estudos de gênero para analisar como o desejo é regulado por discursos normativos. É co-autora de "Não Monogamia: trânsitos entre raça, gênero & sexualidade" (2023) e autora do livro "Ensaios Sobre o Colonialismo: higienização, corpos, fé e subjetividades em disputa" (2025), ambos pela editora Telha. É docente, palestrante e escritora, é também fundadora do Podcast Devaneios Filosóficos.

sanara santos

Sanara Santos é nascida e criada na Favela da Ilha. Mulher trans, é diretora de operações da Énois. Atua na gestão e desenvolvimento de projetos de comunicação com foco em impacto social e fortalecimento de vozes historicamente marginalizadas.
Sanara também é cofundadora da Transmídia, a primeira organização de jornalismo no Brasil dedicada à cobertura sistemática de pautas trans, contribuindo para ampliar representatividade, qualificar o debate público e fortalecer o acesso à informação sobre diversidade de gênero.
Sua trajetória é marcada pela articulação entre comunicação, justiça social e formação de redes, consolidando sua atuação como liderança na produção de narrativas transformadoras no jornalismo brasileiro.

lunara iami

Lunara Iami é travesti e formada em ciência da computação pela UFPE e possui especialização em ciência de dados para indústria aeronáutica dada pela mesma universidade em parceria com a Embraer. Lunara tem experiência em ciência de dados e IA em vários contextos setoriais (terceiro setor, academia e mercado) e atualmente é cientista de dados na Embraer, fazendo parte do programa de IA e atuando principalmente na governança de IA e seu desenvolvimento seguro e responsável. Sendo uma recifense que nasceu em Salvador, possui três gatinhos.

ivana felfeber

Ivana Feldfeber é cofundadora e diretora executiva da DataGénero, a primeira organização latino-americana dedicada a dados feministas e IA. Ela lidera a AymurAI, uma plataforma feminista de IA que anonimizam e estruturam dados judiciais sobre violência de gênero por meio de uma abordagem interseccional e descolonial. Ela é professora sobre metodologias transfeministas de dados, IA responsável e análise de gênero, e já fez apresentações em fóruns internacionais, incluindo a CSW das Nações Unidas e o Congresso Argentino.

mailén garcía

Mailén Garcia é cofundadora e diretora-geral da DataGénero. Doutoranda em Sociologia (UNSAM). Licenciada em Sociologia (UNMDP) e Mestra em Direitos Humanos e Democratização na América Latina e no Caribe (UNSAM). Especialista em indicadores sociodemográficos com perspectiva de gênero. Professora de graduação na UBA e na UNMDP.

selene yang

Selene Yang é uma pesquisadora feminista queer latino-americana, organizadora comunitária e cofundadora da Geochicas, uma iniciativa que promove a participação de mulheres e dissidentes no mapeamento colaborativo e nas tecnologias geoespaciais. Ela é doutora em Comunicação Social pela Universidade Nacional de La Plata e atuou como pesquisadora associada no Digital Civil Society Lab da Universidade de Stanford. Seu trabalho combina ativismo, pesquisa crítica e produção de conhecimento a partir de perspectivas feministas e decoloniais.

 

como participar?

Atualmente as inscrições para a 1º Edição da Escola de Verão em Tecnologias LGBTQIAPN+ do Instituto da Hora estão encerradas. As pessoas participantes selecionadas foram contatadas. Fique atente a novas oportunidades através dos canais de comunicação do Instituto.

possíveis dúvidas

Preciso ter algum vínculo institucional como pesquisador@ para participar?

Não! Todas as pessoas pesquisadoras são bem-vindas, sejam acadêmicas, da sociedade civil ou independentes. O importante é que você já tenha alguma experiência prévia de pesquisa e com os temas da Escola para acompanhar as atividades do programa. Aproveite para nos contar um pouco mais sobre você no formulário de inscrição.

 

Vocês oferecerão bolsas-auxílio para todas as pessoas participantes? Como vai funcionar?

Sim! Todas as pessoas selecionadas receberão um auxílio de R$800,00 para ajudar com custos diversos durante a semana intensiva da Escola. Os auxílios serão repassados próximo ao início das atividades da Escola. Vale lembrar que o repasse será feito a pessoa física,a partir dos envios dos dados solicitados pela equipe IDH.

 

Quanto tempo vai durar a Escola? Quanto precisarei me dedicar diariamente?

A Escola terá duração de uma semana. Pedimos que você se organize para estar disponível das 10 horas às 17 horas diariamente durante o período de atividades, de forma síncrona e totalmente remota. Mas fica tranquil@, teremos pausas e diferentes tipos de atividades durante o dia, para que todo mundo possa descansar e estudar de forma planejada!

 

Vocês irão emitir certificados? Preciso comprovar minha participação?

Sim e sim! Emitiremos certificados a todas as pessoas que cumprirem uma carga horária mínima de 75%, cerca de 30-35 horas durante a semana. Para comprovar sua participação basta estar presente nas atividades propostas, a equipe IDH estará monitorando a participação e contabilizando as presenças.

 

Quem vão ser as pessoas convidadas que ministrarão aulas, atividades e workshops? Qual será o conteúdo abordado? 

Ao longo dos primeiros meses de 2026 divulgaremos todos estes detalhes. Não desanime! Estamos preparando uma semana incrível! Fique atente ao seu email e aos canais oficiais do Instituto da Hora.

Contatos e Dúvidas

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